Ricardo Primon Pereira de Souza é um estudante brasileiro que está estudando na Universidade de Miami através do programa Ciências sem Fronteiras.

Ricardo Primon Pereira de Souza é um estudante brasileiro que está estudando na Universidade de Miami através do programa Ciências sem Fronteiras.

Por que você decidiu estudar nos Estados Unidos?

Vir para os Estados Unidos era um sonho que eu alimentava desde a minha infância, nos tempos em que eu assistia os desenhos da Disney. O tempo passou e, com ele, a vontade de viajar para a América só aumentou. Felizmente, encontrei no Programa Ciência sem Fronteiras a oportunidade pela qual eu tanto esperei. Escolhi os Estados Unidos não só pela realização de um sonho pessoal, mas também qualidade de suas universidades e pelo anseio em melhorar a qualidade do meu inglês.

E por que você escolheu a Universidade de Miami?

Eu escolhi a Universidade de Miami por meio de um amigo e colega de classe que já estudava por aqui através do Programa Ciência sem Fronteiras. Ele me apresentou a Universidade e eu me encantei com toda a estrutura após pesquisar na internet sobre os cursos, sua reputação, os serviços oferecidos e localização.

Qual a sua opinião sobre a universidade?

A Universidade de Miami é absolutamente um sonho! Um estrutura que surpreende: refeitórios, dormitórios, bibliotecas, espaços para treinar e praticar esportes e muito mais. O Câmpus é lindo, com verde por todo lado, espaços para relaxar e estudar ao ar livre, um lago incrível e alguns animais soltos pelo câmpus, dentre eles o Ibis, que representa nosso mascote, Sebastian. O que eu mais gostei aqui foi esta variedade de opções que permite ao aluno o equilíbrio entre os estudos, a prática de esportes,  o convívio social e o lazer.

Do que mais sente falta ou saudade?

Meu pais, irmão e amigos sempre me influenciaram e esta experiência me fez perceber isto ainda mais. Eles me fazem falta aqui.

Há quanto tempo estuda nos Estados Unidos? O seu inglês tem melhorado?

Eu estudo aqui desde o verão do ano passado e acredito que meu inglês melhorou bastante desde então. Um dos diferenciais foi o IEP (Programa Intensivo de Inglês) da Universidade de Miami. Este programa é espetacular! Tive a oportunidade de estudar inglês no IEP por dois meses. Foi uma experiência fundamental não só para aprimorar meu inglês, como também para me preparar e dar maior segurança antes de começar o semestre acadêmico na universidade.

O que mais lhe surpreendeu em relação à vida e  educação nos Estados Unidos?

O que mais me surpreendeu a respeito da vida nos EUA foi a maneira como as coisas funcionam por aqui. O americano respeita prazos, é pontual, não aceita desculpas para atrasos, não abre exceções. Tudo é muito melhor organizado, há mais respeito entre as pessoas. O patriotismo dos americanos também é algo que me chamou atenção. Todos tem um orgulho imenso do seu país, isso é de admirar. Sobre a educação, toda a estrutura é voltada para o aluno. Aqui você se sente como parte do time; você se sente importante e compreende que, de fato, você é importante. Os alunos não são apenas números ou meros clientes da universidade e isso faz toda a diferença e te motiva a contribuir em troca.

Como você administra:

…as diferenças do idioma?

Desde quando cheguei, sabia que o idioma seria um dos maiores desafios. Eu fechei um acordo com meus amigos mais próximos (brasileiros também) para que falássemos só em inglês. No começo foi difícil, mas nós perseveramos. O maior conselho que eu dou para aqueles que querem aprimorar ou aprender um novo idioma é sair da zona de conforto sempre que possível, e praticar ao máximo o novo idioma. A oportunidade de estar em um país no qual o idioma que você está aprendendo é o idioma falado é ainda melhor e facilita.

…as finanças

Administrar as finanças não foi algo tão difícil. Sempre procurei controlar minhas despesas e ter uma reserva em caso de uma emergência. De qualquer forma, aqui a tentação é muito maior, porque tudo é mais barato e as opções de produtos são imensas.

…sua adaptação a um sistema educacional diferente do seu?

Procurei desde o início aprender sobre o sistema educacional americano e, por isso, não foi difícil me adaptar. Fazer amizade com americanos foi algo que me ajudou a entender melhor como as coisas funcionam por aqui. E independente do sistema educacional, estudar ainda é o que mais gera bons resultados.

Quais são as suas atividades de lazer ou esportivas?

Na universidade eu pratico musculação como atividade física e gosto de correr. Sempre tem alguma coisa acontecendo pelo câmpus, seja uma feira, eventos esportivos, um evento musical ou de dança e eu gosto de aproveitar meu tempo e participar. Também gosto de sair para aproveitar a vida noturna em Miami, que é absolutamente espetacular.

Foi fácil ou difícil fazer amigos nos EUA?

Não foi muito difícil fazer amizades por aqui. É claro que os americanos são mais reservados que os brasileiros, mas isso faz parte da cultura deles. A universidade conta com estudantes do mundo inteiro, então sempre há alguém com quem você vai se identificar e construir uma amizade.

Quais são suas metas profissionais ? A sua educação nos Estados Unidos será importante para atingir essas metas e  para as necessidades de seu país?

Esta experiência nos Estados Unidos foi única e abriu meus olhos para o quanto eu posso ir além. Melhorar meu inglês, que antes tinha como meta principal, passou a ser encarado como uma ferramenta (indispensável) para eu conquistar objetivos maiores. Quero aprender mais idiomas, visitar mais países e crescer como profissional. Eu também quero contribuir com meu país e levar o que aprendi para minha universidade, tentar aplicar algo que eu vi aqui e que pode funcionar por lá.

O que você aconselharia a outros estudantes do seu país que estejam pretendendo estudar nos EUA?

Não tenha dúvidas, se você quer construir um futuro diferenciado, estudar nos EUA é um investimento que vale a pena. Não siga padrões impostos e não se permita ser diminuído, não tenha medo de enfrentar obstáculos, sejam eles o idioma ou mesmo a diferença de cultura. Jamais se esqueça do Brasil. Nós temos um país maravilhoso e muito rico e nosso povo merece respeito e reconhecimento pelas batalhas diárias que enfrentam. 

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